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O
PROFESSOR JATENE E A CPMF |
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Memórias de um pesadelo |
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Adib Jatene é um
ícone
da medicina brasileira.
Pela sua
biografia de
emérito
cirurgião
cardiovascular,
pesquisador e professor
excepcional, homem
digno e ético,
tem sido um modelo
para várias gerações
de especialistas. (...)
O governante que
pretende solucionar
problemas
pela criação
de impostos é, no
mínimo,
pouco criativo.
Quando esta “contribuição”
provisória
ameaça se tornar permanente é, no mínimo, estelionatária. Quando
esta “contribuição” é desviada para finalidades
espúrias é, no mínimo,
corrupção
e ladroagem.
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(...)Por que
será que continuamos a
experimentar
doses cavalares
de estresse e tensão
na iminência de um
vestibular, de um
concurso
público ou
mesmo de outros
tipos de exames? O que parece é que
a essência do
processo
não se modificou. Os critérios de avaliação continuam imbecis, há um crescimento
exponencial do número de
candidatos
e uma diminuição
idem
das vagas.
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Tirem as crianças da sala
ou
Enquanto isto, Lula chora
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O
cu está na moda
ou
Quem o tem, tem medo |
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Permita,
curioso leitor, que eu lhe conte uma
historinha presenciada por
Ricardo Semler, um
brasileiro
notável que
revolucionou o conceito
de empresa em nosso país. Em Estocolmo, convidado
para um jantar de gala,
testemunhou a assinatura
em
público do
anfitrião, Peter Wallenberg, no
cheque do seu imposto de renda anual. Exatos 88% (oitenta e oito
por cento,
mesmo!!!). Os Wallenberg são a principal família da Suécia, donos
da Saab-Scania, Atlas
Copco, linhas aéreas
SAS, e do maior banco
daquele país,
entre
outros ícones.
Ante a perplexidade de Semler, Wallenberg
explicou-lhe que ‘quem possui muito
precisa devolver
quase tudo
para a sociedade, e ficar só com um pouco para si’ (Você
está louco!, Ricardo Semler, Rocco, 2006, RJ)
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mais |
|
(...)aquele até então discreto detalhe
da nossa
anatomia
transformou-se em
roteiro
e trilha
sonora
de peça
teatral, e em
vídeo
de sucesso, assistido mais de um milhão de vezes
na Internet
em
apenas duas
semanas.
Conforme o esperado, sua proprietária
também foi entrevistada no Programa do Jô. Mais:
ganhou vida
própria
e introduziu-se (cáspite!) no repertório musical do “Quinteto
Onze e Meia” (“Tire o seu dedinho do meu...,
que
ele esta doendo
pra
chuchu”) (...)Muito
tempo
depois, Cris Nicolotti, protagonista daquela tertúlia,
aproveitou o episódio algures descrito, para
inseri-lo (epa!) na peça Se
piorar estraga. (...) A bem da
verdade, declarar-se-ia
que sua
interpretação é
dramática, a voz,
suave
e afinadíssima, o coro,
irreprochável, e
que os arranjos
musicais primorosos se harmonizam à bela
melodia. Em
adição, a letra
é simples e
fácil
de memorizar.
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O HOMEM QUE
CHEIRAVA JORNAIS
Há
dias, como houvera contratado uma desratização em casa – afinal, como vizinho da Praça
dos Três
Poderes, urgem dedetizações
semanais – mandei baixar o Ao Mirante Nelson, minha
modesta lancha, e
dispus-me a sair al mare para homenagear o astro-rei.
Outrossim,
em
plena manhã
de uma quarta
feira,
enquanto a
patuléia
se esfalfava no trabalho, adquiria eu um belíssimo
bronzeado contrastante com meus lindos olhos
verde-azuis.
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Foto Ricardo Stuckert/
ABr
BRASIL,
UM DIAGNÓSTICO
Nos últimos
cinco séculos, o Brasil tem padecido de doenças crônicas,
com melhoras passageiras e recaídas que exigiram algumas
internações na UTI do Fundo Monetário. A saúde precária e a
posologia nem sempre adequada das prescrições utilizadas na
recuperação do paciente terminaram nos transformando num
país provisório, uma espécie de obra inacabada, pouco mais
que um esboço ou rascunho, que vem sendo retocado, a cada
novo presidente.
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Nada além dos
sapatos
O sociólogo Emir Sader, professor da
Universidade de São Paulo e da Universidade do Estado do Rio de Janeiro,
é uma personalidade bastante conhecida pelas suas posições políticas,
ideológicas e sociais. O que vou comentar é um artigo de sua autoria,
publicado em Caros Amigos (número 109, abril de 2006), intitulado
“Não leia: dance”..Leia mais
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Pablo e
as minhas múltiplas identidades
RÉQUIEM PARA UM AMIGO MUITO QUERIDO
Faisão, javali e tinto
chileno
A Cloaca da Mãe Joana ou
Apologia da Impunidade

(...)
Esses são adjetivos generosos,
gentis e econômicos, pois decliná-los todos seria tarefa
impossível, mesmo para acolhê-los numa Enciclopédia Britânica,
mesmo sem resvalar nos turpilóquios. Essa a pantomima encenada
no plenário da Câmara dos Deputados por bufões grotescos. Farsa
mambembe, ostentada de modo canhestro e sórdido pelos inquilinos
do basfond. Pelos personagens mefíticos “pescados nos
esgotos” mais imundos, como diria Nelson Rodrigues...Leia
mais
No país do carnaval
Num país em que prostitutas gozam, rufiões sentem
ciúmes, agiotas cobram juros menores que bancos oficiais e
privados, contrabandistas dão nota fiscal e certificado de
garantia...Leia
mais
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PODRES PODERES OU... |
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HUMPTY DUMPTY
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O
espetáculo
da vergonha
Durante
o Estado Novo, o general Góes Monteiro inaugurou uma estratégia
oportunista, cínica e covarde. A qualquer crítica que se lhe
faziam sobre seus desmandos, vestia a sua farda e deblaterava
que a honra do Exército brasileiro havia sido atacada. Assim,
confundia intencionalmente pessoa física com pessoa jurídica,
substituía pela instituição a sua patética figura. E isto, lhe
assegurou total impunidade por toda a sua vida, transformando em
réus os seus acusadores. Pior: fez escola. Até hoje, qualquer
mequetrefe (patife) abrigado pelas asas protetoras dos três
poderes e da chamada grande imprensa usa o mesmo procedimento,
quando criticado pela sua incompetência, omissão, falta de
caráter e por ações ignóbeis.
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Humpty
Dumpty, o enrolador, é aquele que usa palavras e frases
gramaticalmente bem estruturadas, porém sem o menor significado.
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mais
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CONSTA QUE |
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O Ministério da Saúde adverte:
A leitura desta revista por pessoas
burras, de parca sensibilidade ou de mentes limitadas pode
causar sérios efeitos colaterais e danos irreversíveis. Está
absolutamente contra-indicada para adeptos do pensamento único e
da pagodização nacional . |
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